Como trocar dívidas caras por uma dívida barata

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O endividamento pode parecer uma situação sem saída. Mas se você souber identificar quais dívidas são mais caras que outras, será possível sair de forma rápida da inadimplência. Colocar na ponta do lápis todas as suas contas no vermelho ou criar uma planilha ajudará a verificar quais possuem taxas de juros mais elevadas, e perceber que algumas modalidades de crédito saem bem mais baratas que outras que você está acostumado a utilizar.

Como identificar uma dívida cara

A dívida cara pode ser identificada através de seus juros altos, o que faz com que ela pode ser substituída por outra opção de crédito com taxas menores. Para fazer essa comparação, verifique o Custo Efetivo Total (CET) de cada opção, número que inclui, além dos juros, as tarifas que estão envolvidas em cada operação de crédito. É obrigatório que ele seja divulgada em contratos ou simulações.

As dívidas mais caras que você pode ter

O cartão de crédito é um bom exemplo de dívida cara. No começo, pagar o valor mínimo da fatura pode parecer inofensivo, mas usar o rotativo é uma ideia ruim. Em setembro de 2021, os juros rotativos médios do cartão encontravam-se em 12,83% ao mês, que totalizam 368,90% ao ano. Portanto, não pagar o total do boleto gerará problemas financeiros futuros ainda maiores: seu débito prorrogado e o juros acumulados.

O cheque especial também pode ser considerado uma dívida cara. A praticidade de ficar negativo no banco por um tempo significa pagar juros muito altos: podem chegar em média a 6,5% ao mês, segundo dados de setembro de 2021. Uma dica é nunca incorporar o valor do limite da conta corrente ao seu orçamento. O dinheiro é do banco, e por mais que seja cômodo utilizá-lo, ele é extremamente caro.

Utilizar o crédito de maneira consciente é de grande importância para não desestabilizar a sua vida financeira. Lembre-se: ter comodidade demais pode trazer prejuízos. A facilidade de acesso ao crédito tem muitas vezes uma contrapartida, que é a taxa de juros alta. Fique atento ao cheque especial e ao cartão de crédito. A atenção também deve estar voltada para as compras parceladas.

Hoje encontramos maneiras de realizar compras com prazos longos para aquisição de algum serviço ou produto. Mas quanto maior o prazo, maior a taxa de juros. Além dos juros, a compra parcelada exige outra atenção: o acúmulo de prestações. Caso seja possível, o melhor é procurar compras à vista por possuírem bons descontos. Lembre-se que a soma das parcelas não deve comprometer mais do que 20% da sua renda.

Como calcular a taxa de juros simples

Em uma contratação de empréstimo pessoal, os juros que são cobrados podem definir se esta é uma dívida cara ou barata. Saber avaliar se compensa ou não contratar um serviço de crédito, com taxas de juros mais convenientes, é extremamente necessário.

Os juros simples são acréscimo calculado sobre o valor inicial. Veja no exemplo:

Suponha que você contratou um empréstimo de R$1.000 e terá que pagar juros de 7% ao mês. O cálculo que deve ser feito para identificar a taxa de juros é o seguinte: 1.000 x 0,07 = 70. Portanto, você pagará R$70,00 de juros em suas prestações.

Para conferir o valor total dos juros até a quitação da dívida, é necessário somar o valor dos juros mensais (neste caso, R$70,00) e multiplicar pelo número de parcelas. Exemplo, o empréstimo será pago em 3 vezes, o cálculo deve ser: 70 x 3 = 210. Você pagará R$210 para quitar o seu empréstimo.

O que são e como calcular os juros compostos

Os juros compostos, ou juro sobre juro, é o nome dado para quando as taxas são somadas ao valor do mês anterior, e não apenas ao valor inicial. Em relação a uma dívida, por exemplo, esse tipo de juro pode ser perigoso e desequilibrar o seu orçamento financeiro. Confira no exemplo a seguir como fazer o cálculo dos juros compostos.

No primeiro mês, a soma será: 1.000 x 0,07 = 70, assim como o cálculo de juros simples. A partir da segunda parcela, você deverá somar 1.000 + 70 (valor de juros do primeiro mês) = 1.070. Em seguida calcular sobre esse valor: 1.070 x 0,07 = 74,90.

No terceiro mês, o cálculo que deve ser feito é: 1.000 + 70 (taxa do primeiro mês) + 74,90 (taxa do segundo mês) = 1.144,90, e sobre esse valor será definido o valor do juros do terceiro mês a partir do cálculo: 1.144,90 x 0,07 = 80,14.

Dívidas mais baratas

Uma sugestão é realizar a troca dessas dívidas por uma mais barata, que é o caso de um empréstimo pessoal feito de maneira responsável, sem comprometer a sua renda mensal. Pesquise a linha de crédito que ofereça as melhores condições de pagamento. Um bom exemplo é o crédito pessoal com garantia (refinanciamento), que possui juros menores que, na Finamax, começam em 0,89% ao mês (dados de junho de 2021).

Agora que você sabe como diferenciar uma dívida cara de uma que caiba no seu orçamento, encontre a melhor opção de crédito e deixe as suas contas em dia.

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